Na semana do centenário da Revolução Russa, Nocaute está em São Petesburgo

O Nocaute está em São Petesburgo na semana do centenário da Revolução Russa. O repórter Pedro Pannunzio foi acompanhar as celebrações e conversar com quem foi celebrar essa data.

Por Pedro Pannunzio, de São Petesburgo

O Nocaute está em São Petesburgo na semana do centenário da Revolução Russa. Nós vamos acompanhar as celebrações e conversar com quem veio celebrar essa data.

Sou militante do partido comunista do Chile.

Eu sou da Suécia. Eu sou do Brasil, de São Paulo. Eu Sou italiano.

Estou aqui para celebrar o centenário da Revolução de Outubro.

É a minha festa favorita. Porque 100 anos atrás nosso país virou outro país.

Consideramos a primeira revolução trabalhadora vitoriosa do mundo.

Foi a primeira a fazer uma brecha na muralha do capitalismo. Então ela marca a História.

Teve uma importância no mundo inteiro porque mudou os esquemas absolutos, todo o que tinha a ver com as monarquias e com o capitalismo. Existiu a possibilidade de mostrar aos trabalhadores do mundo que com uma mobilização e organização os trabalhadores poderiam tomar o poder mudar as estruturas econômicas, políticas, sociais e culturais de uma nação.

Foi o começo de um novo tempo, de uma nova era, de um novo passo para o desenvolvimento de toda a humanidade.

Eu acho importante lembrá-la e gostaria muito de fazer parte disso. Não se vive esse tipo de celebração com frequência durante uma vida.

Nem todos comemoram esse dia, porque algumas pessoas são ricas, elas não têm interesse. As pessoas simples, que querem trabalhar honestamente e ter todos os seus direitos, essas celebram este dia.

É necessário que a gente veja, procure  na História os fatos positivos e o caminho que possa levar a humanidade a libertação.

As diferenças econômicas, onde uma pessoas ganha muito e os trabalhadores ganham muito pouco. Isso não pode continuar sendo assim, isso não pode ser eterno.. temos que mudar isso. E como mudamos? Com os ensinamentos de Lenin. Com os ensinamentos de Marx. Não da mesma forma que Stalin, mas, sim, de alguma maneira temos que mudar. Nós precisamos, o povo latino-americano precisa de uma mudança estrutural.

Nós certamente olhamos para as experiências da Revolução de Outubro e tentamos aprender com elas.

Temos que transformar esse exemplo em um exemplo mais moderno.

As ideias de Lenin, Marx e Engels devem ser desenvolvidas e devem ser a base do pensamento das pessoas.

 

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