Wadih Damous: Palocci é o cabo Anselmo dos dias atuais

Entre a desonra e a prisão escolheu a desonra, mas Palocci terá as duas: ele terá a desonra e vai ter a prisão por que tudo aqui que ele diz do PT e de Lula é mentira e ele não tem como provar.

 

Palocci é o cabo Anselmo dos dias atuais. Quem foi o cabo Anselmo?

Cabo Anselmo foi um delator, foi um cachorro da ditadura. Cabo Anselmo, como vocês sabem, fez parte de um movimento de marinheiros na época de 64. E de revolucionário, passou a agente da ditadura. Por causa do cabo Anselmo, muitos prisioneiros políticos foram mortos, torturados e desaparecidos. É o mais famoso dos cachorros da ditadura. E o Palocci é cabo Anselmo dos dias atuais. Palocci mente, Palocci delata, Palocci se bandeou para os seus algozes. Essa carta do Palocci, das duas uma: ou ele tem mordomia lá na sua cela com computador e impressora ou a carta já foi levada pronta para ele assinar, acho que essa segunda hipótese é a mais provável.

Palocci é o cachorro, como todo cachorro da época a ditadura, fazia mais do que os donos mandavam. Então o Palocci agora vai fazer mais do que o Moro e o Dallagnol mandaram ele fazer, para tentar mostrar credibilidade, para tentar mostrar sinceridade. Pessoal, o Moro, o Dallagnol e aquela turminha fascista lá de Curitiba, sabem que delator, sabem que dedo duro, sabem que cachorro não merece confiança. Palocci, entre a desonra e a prisão escolheu a desonra, só que ele vai ter as duas: ele terá a desonra e vai ter a prisão por que tudo aqui que ele diz do PT e de Lula é mentira e ele não tem como provar. Palocci é o cabo Anselmo dos dias atuais.

 

Cabo Anselmo em 2015. Foto: divulgação

Um comentário

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C.Poivre

28/09/2017 - 13h31

O que menos os nossos “líderes” nacionais menos precisam fazer é dar declarações públicas sobre questões que não dizem respeito à maior urgência da nação: a redemocratização imediata sucedida por um referendo revogatório para anular TODAS as medidas do “governo” ilegítimo de MT e sua quadrilha.
O que mais precisamos de nossos desmobilizados “líderes”: sentar ao redor de uma mesa (do centro democrático e progressista à Esquerda), chegar a um consenso sobre uma agenda mínima de resistência popular e UNIFICADAMENTE convocar o povo às ruas. A resistência ao golpe de Estado não pode ficar toda nas costas do ex-Presidente Lula.

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