Maduro anuncia aumento de 40% no salário mínimo venezuelano

Este é o sétimo aumento de salário do ano na Venezuela.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou aumento de 40% no valor do salário mínimo, das pensões e dos salários de funcionários públicos. Este é o sétimo aumento do ano. A medida faz parte dos esforços para superar um momento de adversidades econômicas provocadas pela queda do preço do petróleo e pela crise política, que fez com que diversos empresários boicotassem o governo.

“Anuncio o aumento de 40% do salário mínimo nacional e de todas as tabelas salariais em nível nacional, de professores, professoras, militares, policiais, médicos, médicas, funcionários públicos”, disse Maduro no domingo (31), em seu discurso de fim de ano.

Maduro decretou também aumento de quase o dobro do bônus de alimentação conhecido como “cestaticket”. O objetivo foi garantir “a proteção do direito à alimentação do povo”, disse. Com o somatório do salário e do cestaticket, os trabalhadores vão receber pelo menos 797.510 bolívares, cerca de R$ 787 segundo a taxa de câmbio oficial.

8 Comentários

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sergio almendra cavalcanti

03/01/2018 - 12h18

Esse blog eh uma vergonha. Tenho uma peq empresa e tem venezuelano querendo vir trabalhar por 30 dolares o mes. Agora defender um governo falido desse ditador eh mesma coisa q assinar o nome com m…a.

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sergio almendra cavalcanti

03/01/2018 - 12h10

Fernado, vc ta louco ? Elogiar este aumento do salario ? para comprar a cesta basica o venezuelano ira gastar quase 3 vezes os 800 mil bolivares . Outra coisa , coloque no paralelo o valor do salario minimo atual valem miseros 74 dolares. Fernando, excelente escritor se prestar na sua ideologia a nao dizer a verdader . Lamentavel e patetico .Que fique claro, NAO SOU DE DIREITA e nas passeatas aqui no Rio , como era menor ficava subordinado ao Elinor de Brito lider da AMES . Pergunte ao seu idolo Zé Dirceu se estou mentindo ao cita o Elinor . E vc , onde estavas ?

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Carlos Cavalcante

03/01/2018 - 11h04

Porque os esquerdopatas não mandam mais dinheiro para o maduro??….ah, não tem mais a teta da petrobras pra mamar e desviar dinheiro a fundo perdido para essas pseudo republiquetas socialistas latino americanas….

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Mauricio

03/01/2018 - 08h27

José Eduardo, ele vai renunciar quando você deixar de usar ferraduras e parar de deixar a globo te lobotomizar.

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sefher

02/01/2018 - 19h35

Foi só o governo de lá falar em vender petroleo e receber em Yuan dinheiro chines e Rublo dinheiro russo , que a Venezuela foi boicotado de todas maneiras pelo governo americana , sem falar da cia infiltrada la sabotando o governo , desvalorizaram o preço do petroleo para quebrar a Russia ,china e Venezuela , Venezuela que resiste até hoje as sabotagem dos americanos ao contrario do brazil que escancarou as portas aos ditames americanos , os estados americanos querem mandar nas reservas petroliferas do mundo , o brazil ja doou quase tudo sua sua reserva de petrolio as americanos , ao vende a preço de bananas mVenezuela te mum dos maiores depositos de petroleo em suas terras , não precisava estar quase quebrada devida aos americanos mas resiste bravamente .

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jota

02/01/2018 - 13h44

Mais um engodo da esquerda chulé nojenta e corrupta.

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José Eduardo Garcia de Souza

02/01/2018 - 07h53

Estes 40% não são aumento, mas sim mais uma tentativa patética de reajuste face à inflação galopante que as suas políticas económicas desastradas geraram. A Colômbia que ele tanto odeia – sim, onde está qualquer menção a isto? – foi quem teve que garantir o pernil de Natal que ele prometeu aos ainda mais pobres do país, já que o seu débito mal parado com fornecedores da Europa (mais de 40 milhões de Euros, só em Portugal) fez com que a venda dos mesmos fosse suspensa.
Quando é que Maduro vai ter a decência de renunciar, para bem de todos os venezuelanos que ele insiste em tiranizar?

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    Mauricio

    03/01/2018 - 08h42

    Politica econômica que da certo é a neoliberal que privatiza, aumenta taxas e preços, destrói direitos, concentra renda, congela investimentos em saúde e educação, entrega riquezas ao capital internacional… né José Eduardo?

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