Costa Rica tem segundo turno entre pastor evangélico e ex-ministro do Trabalho e Segurança Social

O partido conservador da Restauração Nacional com o pastor evangélico Fabricio Alvarado Muñoz, que ganhou força após polêmica, é favorito para a Presidência na Costa Rica.

Fabricio Alvarado Muñoz (PRN) / Carlos Alvarado Quesada (PAC)

Neste domingo (4) ocorreu o primeiro turno da eleição presidencial na Costa Rica, na qual concorreram 13 candidatos e nenhum recebeu os 40% necessários para a vitória. Dentre eles apenas dois foram para o segundo turno, o pastor evangélico Fabricio Alvarado Muñoz, do Partido Restauración Nacional (PRN), e o jornalista, cientista político e ex-ministro do trabalho e segurança social Carlos Alvarado Quesada, do Partido da Ação Cidadã (PAC).

O pastor recebeu 24,79% dos votos enquanto seu concorrente, Carlos Quesado, alcançou os 21,74%. Segundo as pesquisas, Muñoz segue sendo o favorito para a Presidência mesmo com suas propostas polêmicas.

Durante a corrida eleitoral houve uma pesquisa de opinião da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CorteIDH) que consultou 12 países da América Latina sobre a legalização do casamento gay. O pastor evangélico começou a subir nas pesquisas após firmar sua posição dura e opositora ao matrimônio igualitário. Antes com 2% das intenções de voto, hoje é o favorito.

Os cidadãos voltarão às urnas para o segundo turno em 1° de abril e a posse presidencial será dia 8 de maio.  

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